o 74, como diriam os ingleses, ROCKS!
Entrei no hospital apenas para deixar aqui documentada a grandiosidade do mesmo, sendo que, além do edifício central (ver 1ª fotografia) tem, também, vários pólos satélites
, nomeadamente aquele em que vou estar (assinalado a vermelho na 2ª fotografia). Fiquei, assim, satisfeito com o trajecto: demorarei aproximadamente o mesmo tempo que em Portugal na deslocação de casa até ao Porto e a arranjar local para estacionar o meu bólide perto do hospital (que normalmente fica aparcado junto da Maternidade JD, ou seja, a cerca de 7-10 minutos a pé do HGSA), com a grande vantagem de gastar menos de metade do dinheiro em gasolina! Viva os transportes públicos!
Depois, e apesar da instabilidade do tempo, e do facto de não ter levado guarda-chuva, decidi vir até casa a pé, passando por Montmartre. E assim foi. Depois de ter dado uma volta completa ao
cemitério (local que queria visitar) e de não ter dado "à primeira" com a entrada, lá consegui visualizá-la a um canto, e lá fui. A visita foi curta já que, como vos disse, o tempo estava instável, e S. Pedro decidiu, nessa altura, "verter águas". Tão depressa entrei no cemitério, como tão depressa estava cá fora à procura de local onde me abrigar e, porque não, comer? E assim foi: bendito restaurante italiano!
Após o repasto, já compostinho e sem chuva, lá me pus novamente a caminho, tendo chegado ao 2º ponto mais alto da cidade, o Sacré-Coeur. Não subi até à cúpula (fi-lo o ano passado), mas acabei por entrar no templo até porque, imaginem só... recomeçou a chover!
Depois foi uma rapidinha até chegar a casa. Contudo, devo dizer às senhoras e senhores leitores deste blogue que pretendam dar o "nó", que não o devem fazer sem antes visitar as inúmeras lojas no decorrer da Boulevard Magenta. Lá encontrarão, com toda a certeza, vestimenta apropriada e a preços variáveis (fatos para homem vão desde os 50 Euros a umas centenas de "blé"), não só os noivos mas também todos aqueles que pretendam assistir a tão bela cerimónia...
Bom, está na hora de sair para ir às compras. Amanhã vou jantar a um sítio especial...
Bien à vous,
Fil
7 comentários:
Olá,
Qual 74 qual quê! Fixe é o 78 que vai (ou pelo menos ia) para a Foz!!!
Só passei para te deixar um beijinho e dizer que achei o MÁXIMO terem assinalado na planta do hospital a secção onde vais trabalhar a VERMELHO!!! Pergunto eu: - A côr será uma qualquer homenagem ao SLB, esse glorioso clube ou representará essa sinalética em côr de perigo, um aviso claro a todos os demais, de que TU estás a trabalhar naquele sector e que, portanto, todos os cuidados serão poucos?! Não sei, mas fiquei inquieta!
Bijou,
Cris
Que bem, este 74! Comparável ao 2 dos tempos do atletismo!!! Só que nessa altura já tinhas um tido um 82 antes...
Ainda bem que está tudo a correr como queres. Dorme mais duas vezes e vou controlar tudo e ver se não andas a mentir! Beijocas!
Beijinhos Márcia!!!!!!
Cris
mon amourrrrrr,
assim, ronronado, para ninguem perceber como o meu francês é fraquuuiiiinhoooo.
ler o teu blog está quase a ser o ponto alto do meu dia e eu, que estou de partida para um destino tão promissor ,confesso que tenho inveja e algumas saudades dos sitios e situaçoes que tão generosamente divides connosco.
Lembrei-me da caixa de chocolates que comprei para o meu pai na Ile St.-Louis (carérrima e minúscula) e foi a primeira vez em 75 da sua existencia e na altura 30 da minha que o vi a comer chocolate.Comovente...
Amanha vou pedir emprestada a boina "franciusa" da Cat e ver o "Tous les matins do monde" empanturrada em croissants.
Beijo e xi
Elsa
PS 1:gostei muito do teu perfil , "menino da mamã" :)
PS 2: se pensas que não vou gozar com o nome do teu Hospital, esquece.....
É o domínio do transporte público! E consegues ir sentado a viagem toda? Se sim, então, é a GLÓRIA! Eu sei isso porque tinha o previlégio de ir para a faculdade no 19, desde a Boavista, passando pela beira-mar, pela marginal do rio Douro (envolto na respectiva bruma matinal) e subir a Restauração... demorava séculos, é verdade, mas chegava sempre a transbordar bom húmor e cada dia mais enamorada da nossa cidade!... Ah, e de tarde, fazia o caminho inverso de eléctrico, vê lá tu!
Bons tempos!...
Mil beijocas, e não te esqueças:
Carpe Diem!
Pat.
P.S. Já agora mando beijinhos à Cris, - que já reparei que é minha companheira blogueira,- e também, já agora, à la tante 85 (cujas mensagens é sempre um prazer ler!), à mana e aos demais blogueiros!
Bonsoir, mon cher neveu,
Já falámos, mas não quis deixar que o dia terminasse sem deixar aqui o testemunho de que também hoje li e reli o teu “relier” . E não li apenas o teu, mas também os ternurentos e pitorescos comentários das minhas companheiras “blogueiras”. Um beijinho para elas, já que esta comunidade se está a tornar rapidamente uma família (para a nièce um muito especial!). Os “blogueiros” é que têm faltado ao “rendez-vous”…
Que bom! Ficamos a saber como ir visitar-te ao hospital e onde encontrar-te (eu já tinha andado a coscuvilhar o site do dito!). Só não gosto mesmo nada de andar de autocarro, excepto se tiver pouca gente, um lugar para me sentar e não esteja a chover. Paradoxal, talvez, mas as roupas molhadas…
Abençoado São Pedro e as suas necessidades. Ainda bem que choveu e fugiste do cemitério. Estavas a contar ficar lá muito tempo?! O único que eu gostaria de revisitar seria o Père Lachaise, onde, para além de tantas outras personalidades, se encontra sepultado o teu amigo Yves Montand. Tem largas avenidas, ruas, caminhos, com as toponímias bem assinaladas, é aprazível, passeia-se agradavelmente , de carro ou a pé, ouvem-se e vêm-se os pássaros, e esbarramos constantemente com nomes de todos os domínios da cultura, da política, etc., etc.
Mas que grande caminhada fizeste! Quando eu for visitar-te (não ao hospital, porque aí vou de autocarro, já sei o número ), espero poder acompanhar-te.
Gros bisou et à bientôt.
Muito obrigada Patrícia, um beijinho também para ti e outro para La Tante!,
Cris
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